"dancing in the moonlight everybody's feeling warm and bright
it's such a fine and natural sight
everybody's dancing in the moonlight"
louisa "lou" may lewis ♡ vinte-dois. berkshire. a garota das flores. apaixonada por animais. mamma da lisbeth, aka lizzie the piggie. " happy girls are the prettiest." ─ hepburn
Escutou a risada que despontou dos lábios da moça não podendo conter o ar de surpresa e espanto que invadiu o cenho, e um pouco de irritação quando ele comentou sobre as fadas: — Escute… Elas estão aí! Estavam aí, antes do nosso senhor Jesus Cristo vir para cá! E ainda estão” Defendeu seu ponto de vista, tinha sido criado envolto em cantigas e histórias para dormir, todas envolvendo seres fantasiosos e mágicos. Assim, parte de sua cultura, de sua história era uma tradição pautada nas fadas e suas magias. — Vindo da senhorita é um elogio e tanto!” Murmurou coçando a parte de trás da cabeça confuso com a fala da moça. — Estou ciente… Mas prefiro que não o façam… Ainda mais… Porque da última vez eu dei motivos para tal..” Ele deu de ombros lembrando-se que ele quem insistira no casamento com Lucrécia. — Gosta de ajudar a colher, ou também sabe experimentar os vinhos que vem delas?” James perguntou curioso, sem qualquer intenção além de manter o assunto bem longe de sua pessoa. — Acredito que a senhorita ter apenas uma cicatriz já é algo e tanto… Já que não acho que era uma das garotas mais quietas do vilarejo que cresceu…” Falou rindo. — E quem é Billy? POderia me explicitar? ou estou sendo curioso demais?”
Não se ateu ao assunto das fadas. Sabia o quanto as crenças podia ser um assunto delicado ─ ela mesma não gostava quando alguém debochava da sua religiosidade. E, a última coisa que precisava naquele momento era irritar o duque. Logo quando pareciam começar a deixar suas diferenças de lado. “O senhor está me chamando de dramática?” Perguntou falsamente ofendida, levando uma mão ao peito de forma excessivamente dramática, antes de deixá-la cair ao seu lado, para focar na outra parte da conversa. Não que estivesse naquele mundo à muito tempo, ou que soubesse muito do que as pessoas faziam ou falava. Porém, Lou sabia que não adiantava remar contra a maré ─ ou seja, esperar que as pessoas não falassem dela porque ela não queria que eles o fizessem. Ela fazia sua parte, tentando não falar mal de ninguém, apenas coisas boas. “Vosmecê não pode controlar o que os outros falam do senhor, seu James. Nem sendo um duque. Se os proibir, eles irão falar pelas suas costas,” ela apontou como se não fosse óbvio, porque era exatamente sobre aquilo que falavam, “vosmecê apenas pode fazer as pazes com isso.” Ela deu de ombros, sabendo que possivelmente não iria mudá-lo com uma conversa, mas era libertador não se importar tanto com o que as pessoas falariam. Ela deixava esse papel para sua tia, que parecia gostar de se entreter com a vida alheia. “Talvez eu saiba…” disse distraidamente, sem querer confirmar nada. O que menos precisava é que ele pensasse que ela era mal-educada e uma bêbada. “Vindo do senhor é um elogio e tanto,” retrucou as palavras dele com um gracejo. Louisa sabia que ela não era a moça mais calma ou mais quieta. Jamais seria a dama mais educada da sociedade e tinha um apreço enorme em viver sua vida intensamente. Ela não iria deixar de seguir o seu coração porque achavam que o certo era que ela fosse mais quieta. Ah, Louisa ia viver no seu mundo, onde não importava o quão espontânea ela fosse. “Ah, é que as outras não contam── a mordida do Petunia quase não deixou marca, nem a do Walter,” ela certamente havia sofrido algumas mordidas dos animais, mas normalmente eram leves e nem deixavam marcas. Talvez eles a tratavam com a mesma gentileza que ela os tratava. “Billy é o filho do dono da fazenda vizinha a nossa. Bom, vizinha é um tanto quanto generoso, mas ele é o mais próximo de um vizinho. E eu não me importo. Minha vida é um livro aberto,” deu de ombros. Não tinha (quase) nada a esconder.
Era seu primeiro baile, claro que estava um pouco nervoso, não duvidava de suas habilidades sociais, mas… estar naquele meio não era algo que estava acostumado. Sorriu educado para algumas pessoas e passou os olhos pelas mesas de comidas, como um pai garantindo que seus filhos estão seguros, afinal muitas da comidas servidas eram obras suas. Se aproximou de uma das mesa, torcendo o nariz para algumas coisas que tinha visto, infelizmente nem sempre suas sugestões eram ouvidas, as quiches de anchovas acabariam sobrando. A voz feminina lhe chamou a atenção e ele se virou para ela. “Chegou a experimentar as quiches de abobrinha e alho poró?” Adorava saber a opinião dos outros sem saber que foi ele quem cozinhara, eram mais sinceras e Heron acreditava que sempre havia o que melhorar. “A senhorita prefere vegetais?” O questionamento lhe pareceu natural devido ao conteúdo das palavras da dama, deixando-se levar pela curiosidade e surpresa da situação.
Lou mantinha os olhos na comida, mesmo que pudesse ver o homem em sua visão periférica. Talvez fosse uma daqueles sexto sentido feminino que diziam existir nas mulheres, ou o que transformavam-nas em boas mães. Parecia que ela conseguia ver o que acontecia próximo, mesmo que seu olhar estivesse sobre as quiches que ele havia mencionado. “Claro,” respondeu entusiasmada, “diria que é minha segunda favorita── porém a berinjela nas tartelettes estão perfeitamente temperadas para qualquer outra coisa passar delas,” adicionou com gosto, porque ambas eram boas entradas. “Sim,” respondeu simplesmente, sem comentar que evitava carne como o diabo foge da cruz. Não era muito comum que as pessoas evitasse uma peça de tanto apreço na sociedade. Louisa sabia, afinal, sua família comercializava a mesma. Além disso, homens e seus charutos, suas carnes e seus vícios. Lou nunca entenderia, mas talvez porque não fosse homem. E, ainda, não era muito educado recusar se lhe fosse servido, mesmo que ela não apreciasse o gosto. “Possui uma gama maior de sabores, não acha?” E não havia mentira nenhuma naquilo. Vegetais, em geral, tinham muito mais sabor e eram muito mais maleáveis quanto ao gosto do que carne.
Se havia uma coisa que Alesso apreciava era a sinceridade e a espontaneidade, não conhecia a ruiva, não poderia dizer que ela assim sempre, mas parecia, ao menos nas duas vezes em que se encontraram foi assim que agiu. “Sair pelado por aí não seria adequado, infelizmente, mas procuro usar roupas mais leves no verão”. Explicou com simplicidade, as bochechas coradas eram puro deleite, ele gostava do efeito que causava nas pessoas, principalmente nas mulheres, mas ao contrário do que a maioria achava nem sempre era de um jeito convencido, ele apenas gostava de extrair reações verdadeiras, por isso era tão atrevido na maior parte do tempo. A risada veio divertido, do fundo da garganta, as reações dela definitivamente eram as melhores possíveis, aos poucos e com movimentos suaves pegou a camisa e a vestiu. “Melhor agora? Ao contrário do que podes estar pensando, não quero que se sinta desconfortável em minha presença, tampouco quero lhe causar problemas ou que sejamos obrigados a casar por eu estar sem camisa, a senhorita não aguentaria dez minutos casada comigo”. Claro que ele precisava comentar alguma gracinha, mesmo que ela não fosse entender os diversos sentidos por trás de suas palavras, ao menos ele estava sendo sincero, não queria mesmo causar problemas a ela. “Sinta-se a vontade para falar algo diferente do que acredito, tem sido cada vez mais interessante ouvi-la e sim, eu gosto mesmo de atenção. Não pode me culpar, fui rejeitado pelo meu pai, vim para um país que me rejeitou quando criança, acho que é normal que eu goste tanto de atenção” Seu tom de voz era provocador e reflexivo, a rejeição não era nenhuma novidade, a maioria das pessoas em Londres conheciam sua história e sabiam que era filho de um mafioso. “Sou Alessandro Corleone, pode me chamar de Alesso se quiser, já me viu duas vezes sem camisa, já somos íntimos”
Lou quase teve um acesso de tosse com a resposta descarada. Não sabia porque ainda se surpreendia com aquela resposta ─ ela quase via um certo apreço em seu resto em dar uma resposta sem pudores. Era como se não importasse o que estava ao redor. Bom, Lou também não se importaria se fosse assim. O problema é que por mais que ela não quisesse demonstrar reação, seu corpo tinha as respostas involuntárias com tudo que sabia do mundo, incluindo que não devia estar falando de nudez com um cavalheiro. “Bem que o senhor gostaria,” respondeu mordaz. “Ah, mas a rainha podia aparecer aqui e mandar eu casar com o senhor que não ia acontecer só porque o senhor está sem camisa── o senhor tem que fazer muito mais que isso,” assim que as palavras saíram pelos seus lábios, ela quis tomá-las novamente. Entretanto, era tarde demais e suas bochechas continuaram tingidas de rosa, ou ainda o vermelho fluía cada vez mais livremente. Os pensamentos, claro, haviam ido logo para o maldito livro que Donna e Mia haviam lhe apresentado, ou o que acontecia em relação ao homem e mulher após o casamento. E não, ela não queria que ele fizesse muito mais que nada. Tinha colocado trocado os pés pelas mãos e transformado palavras inocentes em uma sucessão de duplos significados que nem ela mesma entendia direito. “E eu quero dizer em relação a ro-man-ce,” adicionou rapidamente, soletrando cada uma das sílabas. Lou sabia que talvez pudesse ser uma exigência alta demais ─ um romance de contos ─ mas o que podia fazer? Ela não queria ser uma daquelas mulheres que se casava por bolsos largos e passava a vida apenas para seus filhos. “──Não tirar mais peças de roupa. Por favor, mantenha todas elas,” respondeu com pouco-caso e um dar de ombros, seu tom petulante como uma criança contrariada. “Dez minutos? O que o senhor pretenderia fazer──me matar?” Perguntou. “──Que é mais fácil eu cair de um penhasco do que ter uma queda pelo senhor── `tá achando que é o príncipe da Inglaterra ou o quê? Ficar esperando o senhor tirar as roupas… Onde já se viu essas ideias! Muitas bobagens nessa cabecinha do senhor,” ela adicionou ouvindo-o mencionar para ela se sentir livre para falar algo diferente, gesticulando com um dedo para a cabeça dele. Seu tom não tinha a intenção de ofendê-lo, mas vinha com a mesma simplicidade e clareza que as coisas tinham na sua mente. Talvez, em outras circunstâncias, ela poderia até mesmo entreter aquelas ideias. Porém, não iria deixar com que ele pensasse que era fácil tê-la. Ele já parecia presunçoso o suficiente sem que ela alimentasse o seu ego. “Ah, seu Alesso, o senhor tem que seguir em frente, viu? Ter uns filhos pra o senhor fazer diferente, sei lá… Mas guardar essa mágoa não dá em nada,” respondeu quase indiferentemente, gesticulando com as mãos como se espantasse algo no ar, ou como se mandasse a própria mágoa embora. “Lou── Louisa Lewis. E espero que o senhor guarde o resto das suas intimidades, mas ainda pode me chamar de Lou.”
Tinha conseguido fugir de uma conversa particularmente desagradável com algumas das mães quando elas pareciam querer falar mal de algumas das debutantes. Todas elas estavam maravilhosa. Lou não tinha dúvidas daquilo. E, acima de tudo, elas estavam passando por um período muito estressante. Então, ela quis se afastar o mais rápido possível, avistando a loira que estava próxima e pedindo licença. “A senhorita está adorável sem seu jaleco,” disse se aproximando da doutora com quem havia conversado antes do tempo em Bath. Era interessante vê-la fora do que Lou achava que seria seu ambiente natural, porém a doutora havia falado que estaria, possivelmente no próximo evento. Lou não conseguia entender o motivo pelo qual Rosalyn teria dificuldade em achar um marido, sendo inteligente como era e bonita também, mas poucas coisas faziam sentido para ela na alta sociedade londrina. “O que vosmecê achou da sua estadia em Bath?”
As vitórias eram bem passageiras no baile, mas Louisa considerava uma vitória estar na mesa de entradas sem que nenhuma das suas primas aparecesse para levá-la para longe ou falar com algum dos homens. Ainda, era satisfatório que os outros parecessem entretidos com o baile em si, deixando a mesa quase vazia com exceção de uma outra pessoa. Tinha uma taça de vinho em mãos quando achou que viu o homem ao seu lado examinando as horríveis quiche de anchovas. “Não, não. Não coma esse. É o pior quiche da mesa── e eu gosto de quase tudo,” excluindo, claro, as comidas com carne, o que normalmente eram muitas, mas ainda era bem verdade que Lou estava pouco exigente quando se tratava das comidas servidas nos bailes, porque era de alta qualidade. Ela se virou para onde estavam servidas as mini tartelettes folheadas de berinjelas ─ suas favoritas, e apontou, “aquelas são as melhores, se o senhor se interessar por vegetais,” ela sugeriu para o homem antes de tomar um gole da sua bebida.
Louisa tinha que admitir que, apesar de achar aquela coisa de pareamento uma grande baboseira, Galahad Smith havia sido mais que uma agradável surpresa. Em diferentes circunstâncias, ela não imaginava que os caminhos deles se cruzariam facilmente, porém, pareciam ver um mundo de uma forma similar, e Lou havia falado para Elaine que não sabia exatamente do quê precisava. Seria uma pessoa que era o seu similar para fazê-la evoluir no mesmo caminho, ou alguém oposto que iria desafiá-la de maneiras diferentes? Não tinha certeza, mas sabia que precisava de amor. Era a única coisa que importava e que não queria abrir mão. Porém, não importava quanta matemática fosse feita, não era isso ou a rainha que seria capaz de definir. Sua mente sonhadora, quase invejosa, do relacionamento dos seus pais, queria que fosse simples. Talvez até mesmo que fosse a primeira pessoa que encontrasse e que lhe tirasse os pés do chão, mas não era simples daquela forma. Então, ela estava fazendo grandes esforços para não deixar sua imaginação voar longe e se manter cética diante das pessoas que conhecia. Nem todo mundo tinha a sorte dos seus pais. Avistou o boxeador com quem tinha passado algum tempo aquela semana e se aproximou mesmo que ele parecesse cercado de um grupo, possivelmente de mães ansiosas. “Olá, senhor Smith──Gale,” falou num tom muito mais baixo que a primeira parte, como um sussurro, algo que era apenas para ele ouvir, olhando de soslaio e tocando-lhe o braço na altura do cotovelo, antes de voltar-se para as outras pessoas, “sinto incomodá-los porém me avisaram que a rainha gostaria de ver-nos para parabenizar pessoalmente pelo show de talentos. As senhoras entenderam que o senhor Smith não pode deixar a rainha esperando, certo?” Apesar de ter sido feito em forma de pergunta, ela já estava pronta para que se afastassem sem nem esperar resposta, mas antes de puxá-lo para fora dali, onde pudessem conversar melhor sem ouvidos curiosos, ela olhou-o para Galahad, esperando uma confirmação.
Era o primeiro baile que estava se sentindo livre, talvez o fato da rainha não ter preparado nenhum pareamento naquele momento ajudava um pouco, sem o nervosismo de se aproximar de alguma dama que não conhecesse e acabasse em alguma situação de extremo constrangimento, de qualquer modo, George tinha um sorriso largo e radiante nos lábios, havia até mesmo escolhido uma de suas melhores roupas para a noite, muito elegante e com uma peça que evitou usar durante muito tempo por não se sentir seguro e muito menos corajoso para tal. Após ser anunciado ao chegar, caminhou diretamente para a mesa de bebidas, pegando uma taça de vinho e um pratinho de porcelana rica contendo algumas frutas, ao se virar, quase topou com alguém e riu, completamente sem jeito pela forma desastrosa de dizer que estava chegando no baile. “Ora, quase cometi uma verdadeira tragédia…” Brincou, acenando com a cabeça em uma semi reverência educada, uma forma de cumprimentar que não conseguia se desvencilhar dela. “Você gostou dessa breve estadia em Bath? Eu, particularmente, adorei, mesmo que eu tenha passado vergonha na frente de todos com aquele show de talentos”
Como Lou havia falado para Oliver, seu plano para os bailes era comer o máximo possível sem que sua tia reclamasse que tudo que fazia era comer. Em sua própria defesa, quando estavam em Londres, não passava um dia sem que não tivesse uma visita ou estivesse engajada em conversar com os senhores do debute. Porém, tinha plena consciência que seu foco estava em outros lugares e não num eminente casamento. Parecia que quanto mais o tempo passava, mais dispersa se encontrava. Talvez fosse saudades ─ sentia falta de casa, dos seus pais, e dos animais. Sentia falta de acordar cedo e cavalgar, ou ajudar a tirar o leite das vacas. Parecia que a cada dia que passava o encanto da cidade se esvaia, como água entre os dedos. “Oh, meu Deus,” Lou exclamou dando um passo rápido para trás, já incrivelmente assustada e pensando em todas as formas que sua tia iria matá-la. Além disso, o vestido deveria ter custado uma pequena fortuna, que ela também não sabia se seus pais haviam bancado ou se era um acordo entre eles e sua tia, afinal, pareciam deixá-la de fora de qualquer assunto que fosse pertinente à ela mesma. Como se eles fossem os adultos e ela uma criança pequena e mimada, mas ela começou a entender que todas as moças do debute eram tratadas assim. Todas as moças solteiras. A possível bronca ecoou pelos seus ouvidos antes mesmo que ela notasse que, na verdade, nenhuma gotícula do vinho havia caído em seu vestido. “Que bom que vosmecê conseguiu prevenir essa tragédia,” disse levando uma mão ao peito em alívio e soltando o ar que parecia ter ficado preso em seus pulmões por uma vida inteira. Finalmente, havia notado quem era o homem a sua frente, quando o pânico começava a escorrer para fora de si ─ o duque de Snowdon. Ou, também como ela gostava de pensar, seu possível parceiro em crime (bom, na vinícola, mas se metade das pessoas ali soubesse que ela pretendia administrar os negócios em nome do seu pai, provavelmente seria considerado um crime). Ela repetiu seu movimento, uma reverência educada, lembrando que sua tia provavelmente estava ali em algum lugar, observando-a para que ela não estragasse tudo. Porém, talvez Louisa estivesse finalmente aprendendo a se portar diante deles. “O senhor não passou qualquer constrangimento, Alteza, temo dizer que o senhor estava uma graça,” ela apontou. “Sim. Foram ótimos dias. Como o senhor já sabe, venho de um lugar mais próximo disso, então foi divertido poder estar de volta. Sem contar que a Lizzie adorou poder correr pelos campos. O senhor teve a oportunidade de visitar os campos de dentes-de-leão?”